Quatro concelhos em risco muito elevado de incêndio

O IPMA colocou também em risco elevado os concelhos de São Braz de Alportel, Tavira e Monchique (Faro), Gavião (Portalegre), Mação (Santarém), Penamacor (Castelo Branco), Sabugal e Trancoso (Guarda), Penedono, Sernancelhe, Vila Nova de Paiva (Viseu), Freixo de Espada à Cinta, Bragança, Alfândega da Fé e Vimioso (Bragança).

Os índices UV variam entre 1 e 2, em que o UV é baixo, 3 a 5 (moderado), 6 a 7 (elevado), 8 a 10 (muito elevado) e superior a 11 (extremo).

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê "nebulosidade de evolução a partir da tarde em especial no interior" e "possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersos a partir do meio da tarde nas regiões do interior norte e centro".

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 10 graus (em Bragança e na Guarda) e os 17 (em Lisboa e Portalegre).

Na Madeira prevê-se céu geralmente muito nublado, com abertas nas vertentes sul, aguaceiros, em geral fracos, mais frequentes nas vertentes norte e terras altas e vento moderado a forte de nordeste, soprando forte, com rajadas até 70 quilómetros por hora, nas terras altas.

O arquipélago da Madeira e as regiões de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Castelo Branco, Leiria, Lisboa, Setúbal e Faro apresentam risco elevado. No grupo ocidental dos Açores (Corvo e Flores) prevê-se céu geralmente pouco nublado e vento oeste bonançoso e no grupo central (S. Jorge, Terceira, Graciosa, Pico e Faial) prevê-se períodos de céu muito nublado com boas abertas e vento fraco a bonançoso de noroeste.

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, umidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Na terça-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou para o aumento do perigo de incêndio florestal, especialmente no interior norte e centro, devido ao tempo quente e seco previsto até quinta-feira.

Na realização de trabalhos agrícolas e florestais, a Proteção Civil refere que não é aconselhável o uso do fogo nos próximos três dias.

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