Mulher encontrada morta na Av. Maranhão foi violentamente agredida antes de morrer

Todos os vereadores da capital deverão participar do velório da cabelereira, que acontece no bairro Bela Vista, zona sul.

O delegado afirmou que a polícia está investigando os últimos passos da mulher e trabalhando com o crime de homicídio. A polícia não informou a prisão ou identificação de nenhum suspeito até o momento. A Polícia Civil dará uma resposta no menor tempo possível.

Segundo o DHPP, o crime será investigado pelo Núcleo de Feminicídio por orientação relacionada à apuração de crimes relacionados ao sexo feminino.

Segundo relatos de uma tia, a vítima saiu de casa para fazer um lanche próximo a sua casa e não retornou. "A gente viu na TV, mas não sabia que era ela". Ele teria lamentado a morte da sobrinha e disse que ela "era bastante querida".

"Um assassino, um criminoso, ele planeja o crime". "Ela viveu com um cara de 3 a 4 meses e ele não aceitava a separação".

O tio da vítima, Rubens Portela Dantas, disse que na família o "sentimento agora é de tristeza e justiça". "Aretha era uma menina amável, carinhosa, muito social, sempre estava presente nos eventos da família", comentou.

O corpo de Aretha foi encontrado nesta terça-feira (15) por volta das 4h, na Avenida Maranhão, perto da cabeceira da Ponte Nova que liga o Piauí ao Maranhão e as informações são de que ela foi arrastada por 10 metros até um campo de futebol.

A Perícia informou que a vítima foi morta com pelo menos 20 perfurações, tinha marcas de frenagem no corpo e que parte do couro cabeludo foi arrancado por causa do atropelamento. O Instituto de Medicina Legal (IML) fez o recolhimento do corpo por volta das 7h30.

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