Notícia - Ambev tem lucro de R$ 2,5 bilhões no 1º trimestre

Aumento da rede também é o motivo dos índices financeiros positivos.

Do outro lado, aumento nos preços do aço nos Estados Unidos e no Brasil, fizeram a receita da empresa disparar quase 23 por cento no período, para 10,39 bilhões de reais, com custos avançando em ritmo inferior, de 15,9 por cento, e despesas gerais e administrativas caindo 10 por cento.

A receita líquida de produtos diminuiu 24,7%, já que, apesar da maior venda de smartphones pela operadora, os preços ficaram mais baixos. Este é o quinto trimestre consecutivo com crescimento no índice, que foi puxado pela receita com serviços móveis (R$ 3,77 bilhões) e de serviço fixo (R$ 205 milhões), que também cresceram 6,6% e 14,7%, respectivamente. O índice foi puxado pela queda de 10% no custo de mercadoria vendida nas lojas, na redução de 3,8% com interconexão e de comercialização, este recuando 3,6%.

A siderúrgica manteve estimativa de investimentos de 1,2 bilhão de reais em 2018, com foco em melhoria de produtividade e manutenção, após 873 milhões de reais em 2017. A margem EBITDA teve crescimento de 35,5%, o maior da história da TIM em um primeiro semestre. O volume de vendas de bebidas também caiu, foi para 5,8%, totalizando 0,38 bilhões de litros. A base pré-paga perdeu cerca de 7 milhões de usuários, mas a pós-paga cresceu 20% no ano a ano em 3,1 milhões de linhas. Segundo a operadora, o aumento foi puxado pela mudança de usuários pré-pago para planos controle.

A receita por usuário (ARPU) subiu pouco nos dois segmentos, com o pré-pago em R$ 11,40 (+1,6%) e o pós em R$ 40,00 (+3,4%). A cifra alcançou R$ 250 milhões. O destaque foi o crescimento do TIM Live, cuja receita líquida aumentou 43,4%. O ARPU da banda larga avançou 12,5%, atingindo R$ 70,8.

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