SPFC: Reapresentação retoma o foco na Copa do Brasil

Valendo a classificação às oitavas de final, o São Paulo tem importante compromisso contra o Atlético Paranaense nesta quinta-feira (19), às 19h15, no Estádio do Morumbi, pela partida de volta da quarta fase da Copa do Brasil.

O resultado eliminou o time tricolor e garantiu o rubro-negro, que havia vencido em Curitiba por 2 a 1, nas oitavas de final da competição. Após a zaga afastar parcialmente cruzamento na área Atleticana, a bola sobrou para Nenê, que, de calcanhar, passou para Valdívia. Na volta do intervalo, a equipe de Fernando Diniz impôs ritmo acelerado, envolveu os donos da casa e empatou com Matheus Rossetto.

Não vai ser em 2018 que o São Paulo vai brigar pelo inédito título da Copa do Brasil.

Para que a proposta ofensiva do Furacão funcione, a participação de Guilherme e Pablo é essencial. O tento foi marcado por Rossetto, livre de marcação na pequena área, que finalizou com tranquilidade uma bola cruzada por Pablo, da esquerda. Nenê bateu e Paulo André tirou.

O treinador fez mistério e não revelou a escalação do Tricolor para o jogo. Quatro minutos depois, o São Paulo chegou com perigo. Um leitor enviou ao UOL Esporte um registro das dificuldades para chegar à arquibancada azul do Morumbi.

A eliminação (na mesma fase do ano passado) foi doída para os são-paulinos porque a Copa do Brasil dá ao campeão uma vaga na próxima Copa Libertadores e, especialmente, por pagar ao vencedor uma polpuda premiação de R$ 50 milhões.

Aos 31, quase o Furacão fez o terceiro. De um lado, o São Paulo tentando empatar de qualquer forma, na raça e na pressão.

Em 2013, quando teve sua melhor campanha no torneio, o Furacão ganhou do Grêmio na ida, segurou o 0 a 0 fora e também avançou. O atacante arriscou e contou com um desvio de Thiago Heleno para fazer o segundo no Morumbi.

Uma reação parecia improvável para o Furacão.

Apesar de ter mais posse, como é de praxe nos times de Fernando Diniz, os visitantes não conseguiam ameaçar a meta de Sidão.

Com o 2 a 0, o Atlético tentou ser mais agudo e, aos 38 minutos, Rosseto recebeu na área pela ponta direita, cortou Liziero, que tentava o desarme em um carrinho e a bola bateu na mão do são-paulino.

O clima era de festa, mas o Atlético-PR diminuiu aos 40 minutos em um pênalti cobrado por Guilherme. No caso, Rodrigo Caio, que vem sendo chamado com frequência por ele, mas sempre na condição de zagueiro reserva. Talvez nem fique no banco de reservas.

O panorama tático do segundo tempo se inverteu. O Atlético-PR retornou muito melhor, com trocas de bola envolventes e marcação adiantada.

O segundo gol veio 10 minutos mais tarde, dos pés de Nenê. O lateral só teve o trabalho de empurrar para o gol. Rossetto cruzou pela direita e, sozinho na grande área, Carleto apareceu sozinho e chutou firme, de primeira, mas mandou na trave.

Diego Souza não foi nem sequer relacionado para os dois jogos anteriores do São Paulo, um por opção e outro por estar com amigdalite. Aos 15 minutos, o goleiro Santos impediu gol certo de Nenê. A última jogada de perigo da partida foi aos 48 minutos. Não houve tempo, porém, para evitar a queda. Tudo para ter o seu time inteiro.

Pelo Brasileirão, o Atlético estreou fazendo 5 a 1 na Chapecoense em casa.

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