Organização internacional vai à Síria investigar uso de armas químicas

A missão da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) chegou a Damasco neste sábado para iniciar a investigação do suposto ataque químico na Douma. Pelo menos 60 pessoas morreram e mil ficaram feridas no sábado, dia 8 de Abril. A Rússia diz ainda que as alegações são uma tentativa de justificar uma intervenção militar no país árabe. "A equipa prepara-se para se encaminhar para a Síria em pouco tempo", indicou a OPAQ.

"A Rússia seria a primeira a querer travar um tal ataque", assegurou o ministro russo.

"Este ataque teve o claro objetivo de enviar uma mensagem ao regime sírio de que o uso de armas químicas contra civis inocentes é indesculpável e que por isso deve ser evitado a todo o custo no futuro".

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse na quinta-feira, numa entrevista à televisão nacional francesa, ter provas de que o regime sírio usou armas químicas no ataque a Douma e afirmou que isso constitui uma violação de uma "linha vermelha" que podia levar a ataques ocidentais. Esta missão pretende determinar que substâncias foram utilizadas, mas não determinará responsabilidades.

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