França quer regresso da "negociação política" após ataques à Síria

"A escalada química na Síria não é aceitável", disse Le Drian em uma declaração no Palácio do Eliseu ao lado da ministra da Defesa, Florence Parly.

"Muito foi destruído pelos ataques desta noite", vincou.

Scholz disse que está claro que a Alemanha terá que aumentar o financiamento da União Europeia, após a saída do Reino Unido.

Le Drian considerou também que a visita do Presidente francês, Emmanuel Macron, à Rússia "não está posta em causa" por estes ataques.

Aviões e misseis dos três países atacaram três alvos na Síria em retaliação contra um alegado ataque com armas químicas por forças governamentais sírias.

Ressalta-se que é necessário começar em comum no Conselho de Segurança da ONU com a finalidade de proteger a população civil e para a Síria obter a paz ao final, é expresso da seguinte forma: "O Conselho de Segurança da ONU deve tomar a iniciativa sobre questões políticas, químicas e humanitárias na Síria ".

O governo francês publicou um dossiê neste sábado, fornecendo o que descreveu como evidência de que o regime de Bashar al-Assad estava por trás de um ataque químico contra civis na Síria na semana passada, em um esforço para reforçar a justificativa da França para a realização de ataques aéreos contra a Síria.

Para Emmanuel Macron, "os fatos e a responsabilidade do regime sírio" do ditador Bashar al-Assad no ataque químico que matou dezenas de pessoas no último dia 7 de abril em Duma, perto da capital Damasco, "não oferecem nenhuma dúvida".

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