Co-fundador do WhatsApp faz campanha para deletar Facebook

Até mesmo o co-fundador do WhatsApp, Brian Acton, deu seu apoio.

Um dos criadores do WhatsApp disse aos seus seguidores para excluir o Facebook.

A gigante das mídias sociais comprou o WhatsApp por US$ 19 bilhões em 2014, mas a Acton já havia investido US$ 50 milhões no Signal, concorrente do WhatsApp, em fevereiro, antes de se juntar ao movimento reacionário para boicotar o Facebook.

No Twitter de Acton, a mensagem: "É a hora #deleteofacebook".

Devido a um escândalo envolvendo apropriação de dados, as ações do Facebook estão caindo drasticamente e a rede social está sendo alvo de protestos, como a campanha #DeleteFacebook. As duas empresas tiveram uma grande participação nas campanhas do atual presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

A Cambridge é uma empresa que trabalha com processamento de dados.

A Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA está atualmente investigando o tratamento do Facebook e alegado uso indevido dos dados pessoais dos usuários.

Apesar da desvalorização de cerca de 50 mil milhões de dólares (aproximadamente 40.770 milhões de euros) dos ativos em bolsa, o fundador e administrador executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, ainda não se pronunciou sobre o assunto. "Estamos deveras comprometidos a reforçar as nossas políticas para proteger as informações das pessoas e tomaremos todos os passsos necessários para que isso aconteça", limitou-se a dizer uma porta-voz do Facebook.

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