Jaílson se revolta e dispara: 'Passaram a mão na gente de novo'

Pivô da maior polêmica do clássico em Itaquera entre Corinthians e Palmeiras, o árbitro Raphael Claus conversou com a imprensa após a vitória corintiana por 2 a 0. Alguns segundos depois, Raphael Claus apita, aponta para a marca do pênalti e, em seguida, indica que recebeu a informação de alguém de fora do campo - possivelmente o quarto árbitro José Cláudio Rocha Filho. - Normalmente eu costumo caçar os craques, mas hoje fui caçado - disse Renê Júnior, que evitou polêmicas sobre a atitude de Jailson. A jogada continua, numa situiação iminente de gol. E a partir do momento que me aproximo do Renê, vejo dois buracos na coxa dele. "Toda vez que a gente vem aqui (Arena Corinthians) é isso", acrescentou o goleiro. Quando visualizo, tenho uma noção de que foi uma entrada com as travas da chuteira, e quando visualizo, tenho convicção de que teria de ser expulso, por força excessiva. Só após o Corinthians finalizar uma bola para fora, o árbitro voltou atrás, marcou a penalidade e expulsou o goleiro do Palmeiras. "Tive essa percepção da jogada, mas pela velocidade do lance não deu para ter 100%, e quando visualizo tenho 100% de certeza do contato e do impacto na perna do atleta".

- Posso ser punido, e muito, mas passaram a mão na gente de novo aqui dentro.

"Vou ser punido, muito punido, mas tenho que falar: passaram a mão de novo aqui dentro, de novo", disparou o goleiro. A bola foi pra linha de fundo, cruzaram, dominaram e chutaram. Eu falei que não vi nada. "Não sei qual o critério que ele usou", disse o camisa 42. Eu não sei quem deu.

- Eu vi que defendi a bola e o lance seguiu, o Henrique depois, se não me engano, chutou para fora. Quem tem o apito na boca é ele. Segundo ele, o Verdão foi atrapalhado por uma arbitragem 'tendenciosa', fato que teria acontecido diversas vezes nos últimos anos.

"No Lucas Lima ele não deu nada, mandou seguir o jogo".

“Aqui não tem como jogar, na dúvida é Corinthians.

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