Polícia Civil abre nova investigação contra motorista de matou criança no Rio

O motorista alega que teve um ataque epiléptico no momento do acidente (Foto: Reprodução)Após atropelar 18 pessoas no calçadão da Praia de Copacabana, no Rio, no último dia 13, o administrador de empresas Antonio de Almeida Anaquim, de 41 anos, declarou que não "teve a intenção de matar ninguém". Uma das vítimas do acidente é a bebê de oito meses, Maria Louize Araújo de Azevedo, que não resistiu aos ferimentos e morreu. Apesar de apresentar evolução clínica favorável, seu quadro é considerado gravíssimo, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Quatro dos internados na unidade devem passar por cirurgias ortopédicas ainda esta segunda. Philips se encontra na UTI. Três deles no Hospital Souza Aguiar, no Centro, e outros cinco no Hospital Miguel Couto, na Zona Sul. Eles estão clinicamente estáveis. Outra vítima, de 32 anos, teve fratura no braço e deverá ser transferida para hospital de alta complexidade em ortopedia para fazer a cirurgia necessária. O procedimento já foi inserido no Sistema Estadual de Regulação.

De acordo com o Detran, Antônio Anaquim respondeu não sofrer de epilesia durante seu exame de validação médica. Estava, logo, acima do limite de velocidade da Avenida Atlântica: 70Km/h. Entre eles está um argentino que se recupera bem das cirurgias ortopédicas a que foi submetido na sexta-feira. Além disso, imagens de câmeras de segurança de quiosques da orla mostram que várias pessoas que estavam sentadas nos estabelecimentos ou em pé no calçadão sequer perceberam a aproximação do veículo.

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