Para Cyborg, Amanda Nunes se aproveita de fama de outras lutadoras

"Posso lutar com a Amanda, mas acho que quem é desafiante da minha divisão merece mais". Amanda não vende pay-per-view, no máximo 100 mil. Vencê-la não muda nada na minha carreira. Superluta? Ela não é o McGregor. Se for um grande evento com grandes nomes, pode ser uma grande luta.

Além dessa indagação a campeã das penas, confirmou que a a luta aconteceria, mas cris cyborg faz exigências. Ela prometeu não dar vida fácil a Amanda.

- Essa é a luta que quero fazer. Ela lutou com a Miesha, no card do Brock Lesnar, e fez pay-per-view.

A curitibana afirmou em participação no podcast 'The MMA Hour' que Amanda "não vende por ela mesma", ou seja, precisa de grandes nomes para competir e de atuação nos eventos numerados, e só admite a realização da disputa em um "grande card". Vamos lutar com a Cyborg? No entanto, em caso de uma superluta, nada mais justo que um card de alto nível, repleto de grandes nomes do esporte para que, desta forma, todos ganhem bem com a quantia gerada através das vendas de pacotes de televisão a cabo nos EUA, os pay-per-views. Segundo o dirigente, esta é "a luta que os fãs querem ver", e garante já estar trabalhando para realizar o duelo entre a campeã peso-pena e a dona do cinturão peso-galo feminino do UFC. Por isso a cada entrevista dada ela reafirma o pedido de que Dana White contrate as lutadoras que se apresentam em outras organizações. Esse é o motivo que a levou a inicialmente recusar a proposta para enfrentar Amanda Nunes, compatriota que publicamente declarou a intenção de encará-la. Considerada a melhor lutadora do mundo, Cybrog tem 19 vitórias, uma derrota e um No Contest (sem resultado) na carreira.

Dana White está convicto em fazer uma super luta entre brasileiras. Mas quero que o UFC invista na minha divisão. "Não quero aposentar e ver minha divisão ser tirada porque não tinham garotas", finalizou.

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