Municípios com menor PIB do Brasil são do Piauí

Os dados do IBGE indicam que entre 2002 e 2015, em 20 dos 26 estados da Federação o PIB per capita das capitais perdeu participação no PIB nacional, chegando a cair no período 2,9 pontos percentuais.

Os números do PIB de Maceió no ano de 2015 apresentaram variação em termos nominais de 13,22%, quando comparado ao ano anterior”, ressalta, em nota, a Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag). Palmas foi a capital com o menor PIB.

A pesquisa revela que entre 2010 e 2015 não ocorreram alterações significativas entre os maiores municípios, "visto que juntos, os sete maiores correspondem a, aproximadamente, um quarto do PIB nacional e, entre eles, os cinco primeiros se mantiveram na mesma posição ao longo da série". Por outro lado, 59,6% das cidades paraibanas figuram entre os menores PIB. No mesmo ano, o PIB per capita brasileiro foi de R$ 29.323,58. Na ponta de baixo do ranking, aparece a cidade de Novo Triunfo, na Bahia, com PIB per capita de apenas R$ 3.369 - equivalente a pouco mais de 10% da média nacional.

Na lista dos 10 municípios 'não capitais' com maior geração de renda figuraram Osasco (SP), com 1,1% do PIB; Campinas (SP), 0 9%; Guarulhos (SP), 0,9%; Barueri (SP), 0,8%; São Bernardo do Campo (SP), 0,7%; Jundiaí (SP), 0,7%; São José dos Campos (SP), 0,6%; Duque de Caxias (RJ), 0,6%; Campos dos Goytacazes (RJ), 0 6%; e Sorocaba (SP), 0,5%. Em seguida está Uruçuí, com R$ 48.817,46 por habitante. No desempenho individual dos municípios, Joinville lidera com o maior PIB, R$ 25.599.406.722,00.

Ainda assim, ele observa que a capital piauiense conseguiu manter o PIB praticamente estável, apresentando apenas uma leve queda, de 2014 para 2015.

Picos, em terceiro lugar com 3,15% do PIB estadual, também destaca o setor de Serviços com 87,97% da economia municipal. Com a apresentação desses dados, nós podemos checar como ficou a situação de cada um desses municípios e fazer uma comparação entre eles.

A publicação do IBGE traz o resultado do ano de 2015 e mostra que os municípios de Santa Catarina tiveram queda real, ou seja, considerados os efeitos da inflação, de 7,22% no PIB, em relação a 2014.

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