Boyega confirma dois cameos em Star Wars: Os Últimos Jedi

Isso adicionou um tiquinho de pressão em Rian Johnson, diretor da segunda parte da nova trilogia, "Star Wars: Os Últimos Jedi", que estreia na madrugada desta quarta, 13, para quinta, 14. A sequência pode confundir quem é menos íntimo ao assunto.

Na primeira temporada de conteúdo gratuito em Star Wars Battlefront II (lançada ontem), os fans poderão mergulhar em momentos de ação e experienciar o entusiasmo de Star Wars: The Last Jedi.

A continuidade começou em 2012, quando os estúdios Disney compraram a Lucasfilm, dispostos a alavancar novas produções e explorar a marca comercialmente. Quatro deles são extremamente absurdos e três são envolvendo personagens clássicos da saga. Um deleite tanto para os fãs mais antigos quanto para os novatos. Já foi uma grande máquina para vender brinquedos.

"O Despertar da Força", de J.J. Abrams, foi um estouro de bilheteria, com US$ 936,6 milhões (mais de R$ 3 bilhões) nos Estados Unidos, um recorde, e US$ 1,1 bilhão (R$ 3,6 bilhões) no resto do mundo.

Apesar desse twist de 1980, é provável que Os Últimos Jedi se tenha agora tornado o filme da saga (com oito episódios e o spin-off Rogue One) com mais surpresas, reviravoltas e sobressaltos ao longo da sua história. Se Luke Skywalker vai ter espaço para brilhar, Han Solo (Harrison Ford) pereceu na aventura anterior, pelas mãos do próprio filho.

Não me arrisco há dizer se ele consegue ser melhor que O Império Contra-Ataca, mas com certeza está à altura do clássico, especialmente por possuir um tom, no geral, pessimista e por arriscar ir a áreas sombrias pouco exploradas na ensolarada franquia.

Assim como o filme anterior foi uma releitura ampliada de Uma Nova Esperança (1977), Os Últimos Jedi faz o mesmo com O Império Contra-Ataca (1980), considerado pela maioria dos fãs como o melhor filme de Guerra nas Estrelas. Por causa de erros do passado, o amargurado veterano resiste a ensinar a jovem a controlar seus poderes com a Força. Dentro dos destróieres, a rivalidade cresce entre Kylo Ren (Adam Driver), general Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis). "Tem aquela frase de Luke no trailer: "Eu só sei de uma verdade, que é hora do fim dos Jedi", disse o ator".

Enquanto isso, as tropas sobreviventes da Rebelião, organização liderada pela general Leia (Carrie Fisher) que luta para libertar a galáxia, correm para escapar da última e maior investida da implacável Primeira Ordem. Nessa nova fase, Star wars se mostra condizente com a recente preocupação hollywoodiana em relação à representatividade de gênero. O elenco feminino atual é bem mais amplo que nos filmes do passado.

De forma orgânica cada núcleo vai se desenvolvendo abrindo novas camadas interessantes para o futuro da franquia, Finn pela primeira vez ganha uma posição de destaque se aliando a nova personagem Rose, interpretada pela atriz, Kelly Marie Tran, servindo como a parte ativa da Aliança no meio do caos instalado das consequências da destruição da Base Starkiller. Rey é a grande protagonista.

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