Gaúchos fazem greve de fome contra reforma da Previdência

Segundo ela, as greves de fome podem continuar mesmo após a votação da Reforma da Previdência, caso o projeto seja aprovado pelos deputados federais.

Trabalhadores gaúchos aderiram, nesta quarta-feira (13), ao movimento nacional de greve de fome contra a aprovação da reforma da Previdência do governo Michel Temer (PMDB).

Reforçando a resistência e as ações contra a Reforma da Previdência, as organizações que compõe a Frente Brasil Popular estão chamando diversas ações a partir de hoje, 11 de dezembro, em todo País.

Além dos militantes Frei Sergio Görgen, Josi Costa e Leila Denise Meurer, do MPA, que haviam iniciado o protesto na Câmara dos Deputados há oito dias, somaram-se à greve e Fábio Tinga, do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras por Direitos (MTD), Simoneide de Jesus (MPA) e Rosangela Piovizani e Rosa Jobi, do Movimento de Mulheres Camponesas (MCC).

"Convocamos todas as organizações do campo e da cidade para resistirem a Reforma, também para somarem forças nas ações em todos os Estados, para que possamos barrar a Reforma da Previdência". “Esse protesto é para dizer que a gente não aceita a retirada dos direitos da classe trabalhadora”, declarou a coordenadora do MPA.

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