Varejo terá primeira alta anual nas vendas desde 2013

Na série sem ajuste sazonal, e o volume de vendas acumulado no ano foi de 1,4%.

Já a receita do varejo ampliado caiu 1,4% de setembro para outubro e avançou 0,1% na média móvel trimestral, 5,4% na comparação com outubro de 2016, 3,1% no acumulado do ano e 2,5% no acumulado de 12 meses.

Nos outros tipos de comparação temporal, o varejo teve os seguintes resultados: queda de 0,9% em outubro ante o mesmo mês do ano passado, retração de 2,8% no acumulado dos dez primeiros meses de 2017 e recuo de 3,3% no acumulado de outubro do ano passado até outubro deste ano.

Em 12 meses, o acumulado foi de 0,3%, o primeiro resultado positivo desde abril de 2015, quando a taxa avançou 0,2%.

Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas caíram 1,40% em outubro ante setembro, na série com ajuste sazonal.

O comércio varejista deve ter um aumento nas vendas de 3,7%, segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base nos dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de outubro, divulgada pelo IBGE.

Os demais setores em queda foram tecidos, vestuário e calçados (-2,7%), móveis e eletrodomésticos (-2,3%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (-0,7%) e supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-0,3%).

Três atividades tiveram alta: combustíveis e lubrificantes (2,4%), livros, revista e papelaria (2,4%) e equipamentos e material de informática, escritório e comunicação (3,4%).

Na comparação com outubro de 2016, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 7,5% em outubro de 2017.

"Os sinais de recuperação são claros pela taxa em 12 meses", disse Isabella.

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