Após vexame de não classificação à Copa, técnico da Itália é demitido

Após reunião na sede da FIGC (Federação Italiana de Futebol, em tradução livre), em Roma, nesta quarta-feira (15), ficou acordada a demissão de Ventura.

A queda de Ventura era dada como certa.

Desempregado desde que foi demitido pelo Bayern de Munique, Carlo Ancelotti é o favorito para se tornar o novo treinador da seleção italiana e liderar a retomada dos tetracampeões mundiais.

Na noite de segunda-feira, a "squadra azzurra" falhou o objectivo de qualificação para o Mundial 2018, perdendo, no conjunto dos "playoff" europeus, face à Suécia.

Em toda a sua história, a Itália apenas perdeu a primeira edição do Mundial, em 1930, no Uruguai, declinando o convite para participar, e a de 1958, na Suécia. Dentro do avião, o técnico relutou em dar entrevista, mas falou brevemente sobre sua campanha.

A decisão foi revelada após uma reunião da FIGC, convocada pelo presidente Carlo Tavecchio, para analisar o fracasso da seleção transalpina no apuramento para o Campeonato do Mundo que vai decorrer na Rússia, algo que não sucedia há 60 anos. Ao todo foram 16 jogos da Azzurra com o ex-treinador do Torino à beira do campo, somando nove vitórias, três empates e duas derrotas.

Daniele de Rossi confrontou o auxiliar do técnico Giampiero Ventura no banco de reservas ao ser chamado para fazer aquecimento.

Ventura não se demitiu imediatamente após a partida, dizendo que precisava de tempo para falar com o presidente da federação italiana. Ele teve mais menção no país do que qualquer outro companheiro que estava no gramado.

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