Mais Médicos passa a contar com 1,3 mil brasileiros formados no exterior

Novais e Pindorama, que terão intercambistas que atuarão na atenção básica.

O Ministério da Saúde afirmou que os "profissionais [de Cuba] mantêm o vínculo de trabalho com seu país de origem". Os que receberam menor número de médicos são: Roraima e Sergipe (1), Distrito Federal e Amapá (4), Rio Grande do Norte (6) e Alagoas (7).

O programa Mais Médicos passou a contar, a partir desta semana, com cerca de 1.400 novos médicos brasileiros formados no exterior. No total, são 8.316 brasileiros que fazem parte do Mais Médicos, o que corresponde a 45,6% do total.

A ideia é a de tornar o programa independente e garantir atendimento a população. "Assim, os médicos cubanos, pela cooperação, estão em missão no país - diferente dos demais participantes que entraram no programa por meio de uma seleção via edital, e cujo vínculo é direto com o Ministério da Saúde do Brasil".

Essa é a segunda fase do edital.

Os médicos entraram com ação na justiça contra a Organização Panamericana de Saúde (Opas), que é a mediadora entre o governo brasileiro e o governo cubano. Juntos, eles devem cobrir região com 4,8 milhões de pessoas.

No mês passado, os profissionais passaram por um treinamento. Houve oficinas educacionais sobre temas diversos, como legislação referente ao Sistema Único de Saúde (Sus), protocolos clínicos de atendimento, língua portuguesa e código de ética médica. No final eles tiveram uma avaliação de conhecimentos que é feita para avaliar se o profissional está apto para participar do Mais Médicos.

No último ano, o Mais Médicos foi renovado por mais três anos e o valor da bolsa foi reajustado aos médicos participantes. Os valores variam de acordo com a localidade.

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