Autoridades suíças investigam dono do PSG por suspeitas de corrupção

Os três envolvidos são acusados de As suspeitas são de corrupção privada, fraude, gestão desleal e falsificação de documentos.

Poucas horas depois da revelação do processo, o grupo BeIN Media "negou todas as acusações".

A Justiça da Suíça abriu uma investigação contra o presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, nesta quinta-feira (12). O presidente do PSG terá, alegadamente, oferecido subornos ao antigo secretário-geral da FIFA, Jerôme Valcke, para favorecer o grupo BeIN, detido por Al-Khelaifi, na entrega dos direitos televisivos dos Mundiais.

"Ninguém foi colocado em prisão preventiva", indicou o MPC.

O ex-jornalista do Canal+, que agora reside na Espanha, estava na Suíça, onde participou na quarta-feira em Lausanne de uma audiência do Tribunal de Arbitragem do Esporte. Na ocasião, ele foi acusado de participar de um esquema ilegal na venda de ingressos para o Mundial de 2014, que aconteceu no Brasil. No dia 14 de fevereiro de 2016, foi demitido do cargo.

O comunicado da promotoria nesta quinta informa que "novos procedimentos investigativos envolvendo Al-Khelaifi foram abertos por conta de descobertas de possíveis atos criminais após representantes da promotoria interrogarem Valcke no mês de outubro como suspeito". A punição foi reduzida a seis anos.

Em março do ano passado, os procuradores suíços disseram que Valcke era suspeito de fraude e outros delitos.

Os antigos colaboradores repartiram 80 milhões de dólares em bonificações e aumento de salários "em um esforço coordenado de enriquecimento pessoal", segundo a Fifa.

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