Temer homenageia professora que morreu em tragédia de Janaúba

Na manhã da última quinta-feira (5), um vigia que trabalhava na creche Gente Inocente e estava de licença médica entrou no local e ateou fogo em crianças, professoras e nele mesmo.

Segundo o portal UOL, ao saber do incêndio na creche, familiares e moradores foram até ao local para tentar ajudar as vítimas.

Entre os colegas de profissão, Helley é definida como uma guerreira, que sempre cuidou dos seus alunos com muita dedicação.

Ela teve 90% do corpo queimado e morreu no hospital cerca de 11 horas depois da tragédia. Para Eliane, "ser professor é ser Helley Abreu". "Ela era alegre, de bem com a vida". Era muito solitário, porém sem nenhum traço de agressividade. "Heley lutou até o fim", conta Elisdete Souza da Silva, professora, ao site G1, da Globo.

No Centro de Educação Municipal Gente Inocente, a creche onde ocorreu o incêndio, Helley lecionava desde 2016, quando ingressou por concurso nos quadros da Prefeitura de Janaúba, cidade de 71 mil habitantes no norte de Minas Gerais. Segundo o jornal O Tempo, Helley tentou abafar o fogo ao mesmo tempo em que tirava os alunos pela janela, pois o vigia que colocou fogo na creche havia fechado a porta.

O corpo dela está sendo velado em Janaúba e o enterro, previsto para a tarde desta sexta-feira (6), no Cemitério São Lucas. Logo as chamas se espalharam por outras salas. Testemunhas contam que a mulher chegou a lutar fisicamente com o homem para impedi-lo. Partilhe suas opiniões de forma responsável e educada e respeite a opinião dos demais.

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