ONU condena lançamento de míssil por Coreia do Norte

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e França, Emmanuel Macron, pedem "negociações diretas" com a Coreia do Norte para reduzir as tensões após o último lançamento de míssil de Pyongynag, anunciou o Kremlin.

Já no final do mês passado, a Coreia do Norte tinha lançado um míssil que também sobrevoou a ilha nipónica, uma ação inédita que levou as autoridades do Japão a fazerem soar sirenes de emergência e a emitirem alertas em massa para que a população da ilha procurasse abrigo. Segundo militares sul-coreanos, o míssil foi disparado na direção leste.

"A China supre a Coreia do Norte com seu petróleo".

A Coreia do Norte "redobrará esforços para incrementar seu poderio e proteger a soberania nacional e o direito a existir", acrescentou o comunicado.

O ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Taro Kono, manteve uma conversa ao telefone com Rex Tillerson para analisar e estudar uma resposta conjunta ao novo disparo de míssil.

As Forças Armadas da Coreia do Sul e dos EUA ainda estão analisando as informações do lançamento e não se pronunciaram oficialmente sobre o possível alvo ou o tipo de míssil usado. Donald Trump também já terá sido informado do sucedido pelo Chefe de Gabinete da Casa Branca, John Kelly, diz o The Guardian. Está já marcada uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas para esta sexta-feira.

"As quatro ilhas do arquipélago devem ser afundadas no mar por uma bomba nuclear".

O Hwasong-12 também sobrevoou a ilha de Hokkaido antes de cair no mar.

Pyongyang afirmou ter testado com sucesso uma bomba de hidrogénio, conhecida como 'bomba H', miniaturizada o suficiente para poder ser colocada num míssil. "É um alcance que permite atingir Guam", disse Onodera sobre a base militar no Pacífico que fica a 3.400 km da Coreia do Norte.

Depois de testar dois mísseis intercontinentais em julho, a Coreia do Norte realizou em 3 de setembro o sexto teste nuclear, o mais importante até o momento.

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