Tony Carreira já reagiu às acusações de plágio

A empresa que gere a vida artística de Tony Carreira já reagiu à acusação do Ministério Público conhecida esta quarta-feira.

Segundo a produtora, "Tony Carreira foi informado da acusação contra si deduzida", mas admite que ela não surgiu de "qualquer autor ou artista envolvido nas obras em causa". "Recebi milhares de mensagens de pessoas a dar apoio, mas quem não deve não teme e eu estou tranquilo", disse o cantor em entrevista à SIC.

De seguida, o cantor diz acreditar existirem outros interesses à volta deste caso: "A Companhia Nacional de Música é simplesmente uma entidade que, por outros motivos, repito, por outro motivos, decidiu pegar nisto para estragar uma imagem, para forçar algo ao qual não tem de direito pois não representa absolutamente ninguém. Está tudo resolvido, sei o que a Companhia Nacional de Música quer, mas não terá", frisou.

As músicas visadas são ' Depois de ti mais nada', 'Sonhos de menino', 'Se acordo e tu não estás eu morro', 'Adeus até um dia', 'Esta falta de ti', 'Já que te vais', 'Leva-me ao Céu', 'Nas horas da dor', 'O anjo que era eu', 'Por ti' e 'Porque é que vens'.

"Os arguidos aproveitam a matriz de obras alheias, utilizando a mesma estrutura, melodia, harmonia, ritmo e orquestração e, por vezes, a própria letra de obras estrangeiras que traduzem, obtendo um trabalho que não é mais do que uma reprodução parcial do original, não obstante a introdução de modificações", explica a acusação. Nem sei de nada dessas acusações.

Tony Carreira está acusado de 11 crimes de usurpação e de outros tantos de contrafação, enquanto Ricardo Landum, autor de alguns dos maiores êxitos da música ligeira portuguesa, responde por nove crimes de usurpação e por nove crimes de contrafação.

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