Indústria cresce 0,8% entre junho e julho deste ano

Os Bens de capital, um indicador de investimento, tiveram alta de 1,9 por cento, acumulando em 12 meses avanço de 2,8 por cento. Além deles, a alta foi puxada principalmente pelo crescimento dos produtos de bens de consumo semi e não-duráveis, que registraram 2%, de bens de capital, com 1,9%, e de bens intermediários, com 0,9%. De acordo com o IBGE, a principal contribuição positiva partiu de produtos alimentícios, que cresceu 2,2%, expandindo-se pelo terceiro mês consecutivo, com ganho acumulado em 8,7% no período.

O nível de produção da indústria brasileira alcançou em julho o ponto mais alto desde outubro de 2015.

"O Brasil foi um dos países que derrubou mais rapidamente suas taxas de fecundidade, que já foi de 4 filhos por mulheres nos anos 80 e hoje está em 1.7, índice comparável aos de países desenvolvidos, como Canadá e Estados Unidos". No ano, a produção de bens de consumo subiu 1,4%.

Estima-se que o Brasil tenha 207,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento populacional de 0,77% entre 2016 e 2017, um pouco menor do que a taxa 2015/2016 (0,80%).

O setor de produção de bens de consumo duráveis registou um crescimento de 2,7%, os bens de consumo não duráveis subiram 2%, máquinas e equipamentos cresceram 1,9% e a produção de insumos industrializados para o setor produtivo subiu 0,9%. A data de referência para o levantamento é 1º de julho deste ano. Roraima é o Estado menos populoso, com 522,6 mil habitantes (0,3% da população total). Entretanto, o índice acumulado nos últimos 12 meses sofreu um decréscimo de 1,1%, mantendo o ritmo de queda iniciado em junho de 2016, quando recuou 9,7%.

A estimativa média de 24 analistas consultados pelo jornal Valor Econômico era de um crescimento de 0,4%.

Houve ainda acréscimos nos segmentos: bens de capital para uso misto, com 20,7%, construção, com 35,2%, agrícola, com 13% e fins industriais, com 0,6%. A taxa de maio ante abril saiu de 3,8% para 4,1%.O instituto revisou também a produção de bens de consumo duráveis em junho ante maio, que saiu de -6,0% para -5,6%. O desempenho do mês foi explicado em grande parte, pela expansão do grupamento de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico, com 5,4%.

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