Portuguesa de 74 anos morreu no atentado em Barcelona

A neta da vítima mortal continua desaparecida, revela a RTP. Uma outra pessoa de nacionalidade portuguesa está desaparecida. "Foi confirmada a morte da senhora de 74 anos mas ainda não se sabe do paradeiro da jovem de 20 anos", adiantou ao DN o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, ressalvando que a lista de feridos ainda está em evolução, bem como a identificação das vítimas mortais. Um dos familiares já se encontra em Barcelona, acrescentou.

As forças de segurança espanholas identificaram já Moussa Oukabir, irmão de um dos homens detidos na sequência do atentado de quinta-feira, em Barcelona, como o alegado autor do ataque nas Ramblas, disseram à Efe fontes policiais.

O ataque foi cometido por um homem, ainda procurado pelas autoridades, que conduzia uma carrinha e atropelou mortalmente 14 pessoas, ferindo cerca de uma centena, na avenida mais movimentada de Barcelona, Las Ramblas.

Os atos terroristas, reivindicados pelo movimento extremista Estado Islâmico (EI), foram cometidos no centro de Barcelona e em Cambrils, a 117 quilómetros de Barcelona. O secretário de Estado das Comunidades garante que a família já foi contactada.

Avó e neta teriam chegado a Barcelona cinco horas antes do atentado
Uma portuguesa está entre vítimas do atentado de Barcelona

Numa mensagem publicada na página da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, "manifesta o seu apoio à família neste momento difícil, apresentando as suas sentidas condolências".

Segundo confirmou a Direção Geral de Protecção Civil do governo da Catalunha, as vítimas mortais e feridos nos atentados desta quinta-feira na Catalunha são de pelo menos 34 nacionalidades. "Uma é belga e outras três alemãs", disse José Luis Carneiro esta noite à agência Lusa.

"Sobretudo do fluxo de turismo, fluxo de trabalho, fluxo de investimento, há, de facto, muitos fluxos, que têm como destino Barcelona".

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