EUA defendem na ONU agravamento de sanções à Coreia do Norte

"É uma oportunidade para a Coreia do Norte mostrar que está preparada para conversar e parar o lançamento de mísseis".

Ele também disse que o Japão está preocupado com a construção pela China do que chamou de "postos avançados em larga escala" no Mar da China Meridional.

Após os testes, é "mais urgente do que nunca dar fim aos programas nuclear e balístico norte-coreano e de levar Pyongyang à mesa de negociações", assegurou seu homólogo francês, François Delattre. O último disparo, realizado durante a noite e numa região próxima da fronteira sul com a China, pareceu ter capacidades para atingir grande parte do território americano, muito embora ainda não consigam transportar ogivas nucleares.

"Devido aos laços econômicos tradicionais da China com a Coreia do Norte, será principalmente a China quem pagará o preço pela implantação da resolução", disse Wang, segundo o comunicado.

O representante russo, Vasily Nebenzia, destacou enquanto isso que as sanções "não podem ser um fim em si mesmo", mas "uma ferramenta para comprometer o país em conversações construtivas".

Em contrapartida, elas não dizem respeito, como referido no início das negociações, há um mês, ao abastecimento de produtos petrolíferos à Coreia do Norte.

Segundo Tillerson, os americanos "podem dormir bem à noite" e não deveriam se preocupar com a retórica dos últimos dias.

O texto foi aprovado por unanimidade. Foram proibidas ainda novas joint ventures, isto é, associações econômicas com empresas ou indivíduos da Coreia do Norte, bem como investimentos adicionais em joint ventures já existentes. "É o único país com influência sobre a Coreia do Norte", declarou a política.

De acordo com o G1, a declaração foi publicada no jornal oficial norte-coreano "Rodong Sinmun". Os chefes de diplomacia dos dois países vizinhos encontraram-se informalmente durante uma cimeira do bloco regional asiático (ASEAN) em Manila, nas Filipinas.

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