Família interrompe velório ao perceber que corpo 'estava quente'

Familiares e amigos velavam o corpo de Neimar Bonetti, de 44 anos, que passou mal e teve a morte constatada na terça-feira (8) em um hospital paranaense.

Um fato inusitado aconteceu durante um velório, na manhã desta quarta-feira (9), na cidade de Santa Helena, no Paraná.

Foi feita a remoção do corpo para uma emergência, onde, em nova avaliação, a morte foi confirmada.

O corpo foi enterrado na tarde de hoje.

Preocupados com a situação, chamaram um médico, que, com um oxímetro (equipamento que mede a frequência cardíaca) identificou os batimentos cardíacos de Neimar Bonetti. Neimar morava em um assentamento de sem-terra, e ao que tudo indica, morreu por infarto. Após os médicos constatarem que não tinha pulso e não havia reação da pupila, além da rigidez cadavérica, o homem estava morto. A proprietária da funerária, responsavel pelo preparo do corpo, Terezinha Maria, citou a comoção quando o médico constatou os batimentos cardíacos.

"Normalmente, o coração depois do óbito ainda emite uma atividade elétrica por algum período e precisei levar para o hospital para confirmar".

Santim afirma que entende a família, mas comentou que era necessário tranquilizar as pessoas que estavam no velório. "Se estivesse vivo, nós tomaríamos as providências, mas realmente ele estava em óbito", explicou Santim em entrevista ao jornal Extra. Não existe fazer tanato com a pessoa e ela continuar viva, só por milagre.

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