Acidentes com motocicletas e pedestres são os que mais matam

O Dia Internacional do Pedestre foi mais um dia de ações voltadas para a segurança no trânsito. "Todos devem fazer a sua parte para um trânsito mais seguro", afirma Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.

Ele ainda lembrou que o trabalho conjunto da educação, engenharia e fiscalização de trânsito tem resultado na redução de quase 40% das mortes de pedestres. "Mas nossa meta é reduzir cada vez mais e, para isso, contamos com a conscientização da população para que juntos possamos construir um trânsito mais seguro".

No primeiro semestre foram implantados mais de 30 mil metros quadrados de sinalização, incluindo placas de regulamentação e advertência, sinalização horizontal (manutenção e implantação em diversos locais na cidade), bem como a instalação de oito semáforos em vias de grande fluxo e também com tempo específico para os pedestres nas ruas Coronel Boaventura Mendes Pereira e Anchieta, além do cruzamento da Victório Baradel com a Alice Pellegrini. Das 6h45 às 8h30, houve blitz educativa no Centro Educacional 07, de Ceilândia Norte; das 9h às 11h, no comércio da EQNN 17/19, em Ceilândia Norte; e das 11h30 às 14h, novamente no Centro Educacional 07. Nesse período, as mortes por atropelamento vitimaram 2.930 pessoas, sendo que 101 foram mortas em faixas de pedestres. De janeiro a julho, 48 pessoas morreram atropeladas, contra 77 mortes ocorridas no mesmo período do ano passado.

De 1997 a julho deste ano, o número de mortes por acidente de trânsito no DF foi de 8.831.

Segundo o Infosiga SP, em 2016, foram registradas 729 ocorrências entre janeiro e junho, contra 782 neste ano. Isso representa 3,4% dos pedestres mortos nos últimos 20 anos.

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, deixar de dar preferência de passagem ao pedestre e a veículo não motorizado é infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira.

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