Ao telefone,Trump e Abe reafirmam cooperação contra Coreia do Norte

A força aérea sul-coreana disse que o voo foi realizado no início do domingo.

Na quinta-feira, o Congresso dos Estados Unidos deu luz verde a um conjunto de sanções contra a Coreia do Norte, Irão e Rússia, que estão a aguardar a assinatura de Trump, segundo adiantou na sexta-feira a Casa Branca.

Em comentários dirigidos aos EUA e à Coreia do Norte, Jieyi disse que os novos testes de mísseis e as declarações de que "todas as opções estão sobre a mesa" aumentam as tensões na região.

Também no domingo, dois bombardeiros supersónicos B-1 norte-americanos sobrevoaram a península coreana numa demonstração de força para a Coreia do Norte.

Trump escreveu no Twitter no sábado, após o teste de míssil, que estava "muito decepcionado" com a China e que Pequim lucra com o comércio com os Estados Unidos, mas que não fez "nada" para os Estados Unidos em relação à Coreia do Norte, o que ele não permitiria que continuasse.

"Não permitiremos mais que isto continue".

"Os Estados Unidos condenam este disparo e rejeitam o argumento do regime de que estes testes e estas armas garantirão a segurança da Coreia do Norte".

O Ministério de Relações Exteriores chinês, em comunicado enviado à Reuters em resposta aos tuítes de Trump, disse que a questão nuclear da Coreia do Norte não surgiu por causa da China e que todos precisam trabalhar juntos para buscar uma solução.

"Ambos os líderes concordaram em que a Coreia do Norte é uma ameaça direta séria e grave para Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e outros países perto e longe", completou o comunicado.

Por seu lado, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, considerou "ser inútil" convocar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança sobre este problema, dado que Pyongyang viola constantemente as resoluções das Nações Unidas.

"Envia a mensagem - para o ditador norte-coreano - de que a comunidade internacional não tem a real intenção de enfrentá-lo", criticou.

A ONU aplicou seis regimes de sanções contra Pyongyang desde 2006, que reforçou vigorosamente em duas resoluções, adotadas no ano passado.

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