Botafogo confirma morte cerebral do ex-goleiro Max aos 42 anos

O edema cerebral não teria relação com o acidente.

Arquivo / Jornal O Popular) Nesta quarta-feira (26) foi confirmada a morte encefálica do goleiro Max.

Ainda não se sabe o que causou a morte encefálica do ex-arqueiro botafoguense. "Haverá um minuto de silêncio antes da partida contra o Atlético-MG, nesta quarta-feira". Ele foi vítima de um assalto chegando com a sua família em casa. Mas, 20 depois, começou a falar que estava com dor de cabeça e depois passou a ter confusão mental. Segundo a esposa, o diagnóstico do jogador ainda não estava fechado, mas os médicos haviam detectado algum tipo de doença autoimune, que dificultava o tratamento. O atleta foi submetido a teste neurológico, mas não respondeu aos estímulos. Em nota oficial, o clube lamentou a morte e informou que vai prestar uma homenagem ao ex-goleiro no jogo de hoje: "Querido por todos, sempre foi um ótimo profissional e um exemplo como homem". Na sequência da carreira, o goleiro se firmou por mais tempo no Vila Nova (GO), mas também passou Itumbiara, Joinville, Boa Esporte e Gama.

Com passagem pelo Botafogo entre 2003 e 2007, Max fez parte do grupo que conquistou os títulos da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca de 2006, além da Taça Rio de 2007. Foi campeão brasileiro da Série C em 2011 com a camisa tricolor. "O Botafogo manifesta seu pesar e solidariedade a familiares e amigos", afirmou o Botafogo em seu comunicado oficial, lamentando o falecimento do ex-goleiro.

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