Rede de bicicletas partilhadas arranca no Parque das Nações

A EMEL (Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa) vai começar a fiscalizar e multar 24 horas por dia, sete dias por semana, a partir de 2018.

O projeto da rede de bicicletas públicas partilhadas tem como meta as 1410 bicicletas, sendo que 940 contarão com assistência elétrica e outras 470 apenas movidas a pedal que estarão disponíveis num total de 140 estações distribuídas em vários eixos de Lisboa.

A intenção foi anunciada por Luís Natal Marques, presidente do conselho de administração da EMEL, e pelo vogal Jorge Manuel Oliveira aos membros da comissão de mobilidade e segurança da Assembleia Municipal de Lisboa (AML) ontem, 22 de junho.

De acordo com a EMEL, "nesta fase, os primeiros voluntários inscritos no projeto vão poder testar o serviço de forma gratuita, fazendo depois recomendações que poderão ser incorporadas na solução final". Posteriormente, já com toda a rede implementada, o custo dos passes será de 25 euros anual, 15 euros mensal e 10 euros diário. Cada utilização de meia hora terá o preço de 10 cêntimos numa bicicleta convencional e de 20 cêntimos numa bicicleta eléctrica.

Avenidas Novas, Eixo Central, Belém, Baixa e Parque das Nações são as zonas da cidade onde as estações serão implantadas.

O investimento da EMEL no projeto é da ordem dos 23 milhões de euros, através de um contrato de prestação de serviços celebrado com a empresa Órbita (empresa portuguesa fornecedora de bicicletas), para um período de oito anos, que incluí a manutenção e gestão operacional de todo o sistema de Bike Sharing.

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