Marcelo defende combate à pobreza e superação da injusiça

"Independente do atraso, da ignorância, da pobreza, da injustiça, da dívida, da sujeição".

A visita começou às 10.30 horas e Marcelo Rebelo de Sousa visitou os meios da Força Aérea expostos na Avenida dos Aliados, ao mesmo tempo que era rodeado por centenas de populares, nomeadamente alunos de escolas do Porto, como a das Campinas e a Augusto Gil, por exemplo.

Largas centenas de pessoas rodearam o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto ele visitava, na Avenida dos Aliados, no Porto, as atividades militares complementares às comemorações oficiais o Dia de Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Antes do discurso do Presidente da República, o presidente da Comissão Organizadora do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, Sobrinho Simões, disse que os portugueses são um povo com características genético culturais "sui generis".

O chefe de Estado disse que Portugal acompanha "muito de perto" as comunidades "com uma palavra de incondicional solidariedade, em especial para as que mais sofrem ou desesperam", bem como se abre "àquelas e aqueles" que chegam ao país "de tantas paragens sonhando ficar" e ter uma vida melhor do que aquela que "lhes é negada nas suas terras natais".

O Presidente da República cumprimentou crianças e populares e no final da visita, após ter assinado um livro de honra, deslocou-se a pé pela Rua Sampaio Bruno, onde foi sempre interpelado pela população.

O patologista e investigador destacou a "mistura notável de genes com as mais variadas origens, se há algo único, ou quase único em nós, é essa mistura genética".

Nesta cerimónia esteve presente a líder do CDS-PP. No centro de uma tela pintada a óleo que demorou cerca de dois meses a executar, está Marcelo Rebelo de Sousa sentado numa escada "exatamente como ele é, informal e com ar sorridente", descreveu António Bessa.

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